Poder azeda relação de Zema com caciques do Partido Novo

Lauro Jardim, no jornal O Globo, disse que Zema não aguenta mais os palpites de Amoêdo

(Novo.com.br)

Desde fevereiro que os dirigentes nacionais do Novo estão monitorando o governo de Zema em Minas. Nada a estranhar. Como único governador eleito do partido, Zema protagoniza uma espécie de laboratório de gestão do partido.

São comuns nas redes sociais do presidente do partido, João Amoedo, os apupos à experiência mineira. Em abril, por exemplo, Amoêdo reclamava no twitter a falta de destaque maior a iniciativas do mineiro como não morar em palácio, realizar processo seletivo para as secretarias ou cortar metade delas. Nenhuma nota, queixava-se. 

Mas não é de hoje que as tratativas do governador com representantes de outros partidos têm deixado os caciques novistas de orelha em pé.  Foi assim na nomeação do tucano Custódio Mattos como secretário de governo ou quando Zema decidiu manter Germano Vieira como titular da secretaria de meio ambiente, cargo que já ocupava no governo Pimentel. E também nas tentativas de composição no parlamento – é bom lembrar que o líder do governador na Assembleia é um tucano, Luiz Humberto Carneiro.

Nenhuma rusga maior veio à tona, mas essa calma aparente pode estar por um fio. No início do mês, a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, informou que, aos mais próximos, Zema tem dito que não aguenta mais os palpites de Amoêdo, que liga constantemente, dizendo o que ele tem que fazer. Ambos negam qualquer atrito, frisou o colunista.

Mas onde há fumaça…

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